Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria, encomendada ao Instituto FSB Pesquisa, aponta que 4 em cada 10 brasileiros já registraram perda total ou parcial da renda mensal por conta dos impactos da pandemia do novo coronavírus. Segundo a pesquisa, 23% afirmam já terem ficado totalmente sem salário e 17% apontam terem tido alguma redução na renda. 

Apenas 36% das pessoas dizem que continuarão recebendo normalmente seu salário. O levantamento aponta ainda que 77% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho têm medo de perder o emprego, e 88% dos entrevistados acreditam que é grande o impacto da pandemia da Covid-19 na economia brasileira.

Diante desse cenário de incertezas, as empresas estão buscando maneiras de driblar esse momento para reduzir os impactos em seus cofres e garantir que os colaboradores permaneçam em seus cargos. Abaixo está um panorama feito dos últimos dias 15 dias com os principais acontecimentos dos setores que se destacaram.

Geral

  • Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, a crise do coronavírus pode tirar até R$ 500 bilhões dos bolsos dos brasileiros em 2020.
  • O Índice de Confiança Empresarial (ICE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) caiu 33,7 pontos e ficou em 55,8 em abril. É o menor nível atingido pelo índice em 19 anos. Houve queda na confiança de todos os setores analisados, mas os maiores recuos ocorreram na indústria (-39,3 pontos) e nos serviços (-31,7).
  • Segundo dados da Pnad Contínua divulgados pelo IBGE, a taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,2% no trimestre encerrado em março. Nos três meses encerrados em fevereiro, a taxa era de 11,6%. O resultado foi afetado pelas medidas de distanciamento social para conter a propagação do novo coronavírus, que começaram a ocorrer em todo o país na segunda metade de março. 
  • Segundo dados do Boletim Focus, relatório divulgado pelo Banco Central com as expectativas do mercado para os principais indicadores econômicos do país, os impactos do novo coronavírus na economia deverão derrubar o PIB do Brasil no ano. As novas projeções dão conta de contração de 4,11% em 2020. Para o ano que vem, a estimativa de crescimento de 3,20% foi mantida. Quanto ao dólar, a expectativa do é que a moeda americana fique em R$ 5 no ano. Para 2021, a estimativa subiu de R$ 4,75 para R$ 4,83. A projeção para a inflação, medida pelo IPCA, caiu de 1,97% para 1,76% neste ano.
  • Diante da deterioração do cenário econômico com a pandemia de Covid-19, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou um corte de 0,75 ponto percentual na taxa Selic, que foi de 3,75% para 3% ao ano. Trata-se do menor nível já registrado pela taxa básica de juros desde 1999, quando começou o regime de metas para a inflação.

Atacado e Distribuidor

  • O aumento do consumo na segunda quinzena de março, depois das primeiras informações sobre a pandemia do novo coronavírus, ajudou a elevar o faturamento, mas a expectativa do setor já era positiva para o período. O crescimento em termos nominais nos três primeiros meses de 2020 foi de 3% em relação ao mesmo período acumulado em 2019. Em março, o setor apresentou resultado positivo de 8,47% superior ao mesmo mês de 2019. Em comparação ao mês de fevereiro de 2020, a alta foi maior: 14,61%. Os dados fazem parte da pesquisa mensal da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores, apurada pela FIA.
  • O Assaí Atacadista lançou uma funcionalidade em seu aplicativo que permite aos usuários consultar o fluxo de clientes nas lojas da rede. A ferramenta batizada de Horário de Pico foi pensada para auxiliar os consumidores que desejam programar sua ida ao ponto de venda. Para utilizar a funcionalidade, basta acessar o aplicativo, selecionar a loja mais próxima ou de preferência e clicar na opção “Horário de Pico”. O aplicativo mostra o fluxo de clientes tanto por dia da semana quanto por faixa de horário. 
  • O Atacadão, formato de cash & carry do Carrefour Brasil, chegou a registrar queda de 25% nos clientes pessoa jurídica nas primeiras semanas do início da quarentena. O recuo, entretanto, foi compensado pelo aumento das vendas aos consumidores finais, que elevaram o tíquete médio em suas compras de abastecimento. Além disso, mercadinhos de 1 a 3 checkouts, que também são atendidos pela bandeira, elevaram suas compras como resposta à  maior procura dos brasileiros por lojas localizadas perto de casa.

Automobilístico

  • Volvo aposta na indústria e venderá carros autônomos equipados com sensor a laser de alta potência, uma raridade na indústria, o LIDAR. A Volvo pretende colocar à disposição dos clientes até o ano de 2022. A Volvo fez um “investimento estratégico” em uma empresa LIDAR, pouco conhecida na Flórida, chamada Luminar, para usar o sensor de longo alcance de alta resolução da startup para fabricar carros autônomos. 
  • A Mercedes-Benz estima que as vendas de ônibus podem ter queda de 35% em 2020 ao compará-las com sua projeção feita no início do ano e quando previa algo em torno de 20 mil a 21 mil unidades. Este volume era semelhante ao de 2019, quando o mercado brasileiro emplacou pouco mais de 20,7 mil ônibus, o que representou um crescimento de 12% sobre o ano anterior. O segmento de transporte de passageiros é um dos mais impactados com a crise causada pela pandemia do novo coronavírus.
  • O fechamento das lojas provocada pelas medidas de prevenção à pandemia de coronavírus poderá quebrar cerca de 30% das empresas do setor de distribuição de veículos novos no País, que no total hoje operam 7,3 mil concessionárias e empregam 315 mil pessoas. O alerta é da Fenabrave, entidade que reúne os concessionários, após o primeiro mês completo de quarentena, que levou as vendas a um tombo histórico, com apenas 55,7 mil emplacamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus registrados em abril, em queda de 66% sobre março e de 76% ante o mesmo mês de 2019.
  • A produção brasileira de motos registrou em abril menos de 1,5 mil unidades, número mensal semelhante aos anotados na metade dos anos 1970. A comparação com março revela queda de 98,6%. No acumulado do ano foram produzidas 299,1 mil motocicletas, resultando em queda de 18,7% ante o primeiro quadrimestre do ano passado. Os números foram divulgados pela Abraciclo, entidade que reúne os fabricantes do setor.
  • A venda de motos em abril teve apenas 28,5 mil unidades emplacadas. O total representa uma queda de 62,5% na comparação com março deste ano e de quase 70% no confronto com abril do ano passado. O resultado mensal foi o pior em 24 anos como consequência de concessionárias e Detrans fechados por causa da Covid-19, doença provocada pelo coronavírus.
  • Os fabricantes de autopeças começaram a sentir os impactos locais da pandemia de Covid-19 a partir de março. O faturamento no mês registrou queda de 7,7% na comparação com fevereiro, já ruim por causa do carnaval. O confronto com março de 2019 mostra queda ainda maior, de 15,7%.

E-commerce

  • Durante o primeiro mês de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, as compras feitas por meio de aplicativos cresceram 30% no Brasil, de acordo com levantamento do Instituto Locomotiva, divulgado no dia 29 de abril. Quase metade (49%) das pessoas abordadas pelo instituto declarou que pretende ampliar as compras por aplicativos, após o fim do isolamento social. Além disso, cerca de um terço (32%) pontuou que planeja reduzir as idas a lojas físicas.
  • O Mercado Livre, plataforma de comércio eletrônico, começou a atuar no setor de supermercados. No último mês, o marketplace acrescentou a aba do segmento no site e no aplicativo. Na categoria, são comercializados cerca de 12 mil itens, sendo que mais da metade são produtos comprados diretamente da indústria e distribuídos pela empresa. O projeto, que estava previsto para o segundo semestre, foi antecipado por conta da demanda observada na quarentena.
  • O isolamento social trouxe impactos significativos para o varejo e, para não perder lucro, muitas companhias aceleraram a transformação digital para passarem a vender pela internet. De acordo com o Compre&Confie, o e-commerce brasileiro faturou R$ 9,4 bilhões em abril, aumento de 81% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram 24,5 milhões de compras online, aumento de 98% em relação a abril de 2019. As categorias que tiveram o maior crescimento em volume de compras foram: Alimentos e Bebidas (aumento de 294,8% em relação a abril de 2019), Instrumentos Musicais (+252,4%), Brinquedos (+241,6%), Eletrônicos (+169,5%) e Cama, Mesa e Banho (+165,9%).
  • O e-commerce brasileiro registrou crescimento de 47% no número de pedidos em abril. Os dados são de um levantamento da Associação de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com a Konduto, empresa de sistemas antifraude. No mês, o tíquete médio subiu 18%, para R$ 492,43, contra R$ 417,82 no início de março. No início da quarentena, o setor foi impactado por uma queda de 20% nas vendas, afirma a entidade.

Energia Solar

  • O pacote anunciado pelo governo de socorro às companhias do setor elétrico na pandemia da Covid-19 prevê um aumento de 20% na tarifa de eletricidade, segundo estimativa da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace). Para se proteger desse crescimento de tarifa, a energia solar, conhecida por suas vantagens na redução do valor da conta de luz, é uma ótima opção ao consumidor residencial, comercial e do setor público, tornando-se ainda mais atrativa nesse momento.
  • O governo do Emirados Árabes Unidos anunciou, no dia 28 de abril, que negociou o menor preço mundial para a eletricidade solar na oferta solar de 1,5 GW lançada pela Emirates Water and Electricity Company (EWEC) em julho do ano passado. A oferta EDF-Jinko de US$ 0,0135/kWh é cerca de US$ 0,0021 menor do que o recorde anterior de QAR0,0571/kWh (US$ 0,0156/kWh) que a Total e a Marubeni ofereceram na oferta de 800 MW do Catar no final de janeiro.

Farmacêutico

  • A rede de farmácias Pague Menos contabilizou Ebitda de R$ 126 milhões no primeiro trimestre de 2020, o que representa crescimento de 30% na comparação com o primeiro trimestre de 2019. A margem de Ebitda registrada foi de 7,1%, representando incremento de 1,1 pontos percentuais sobre o mesmo período do ano passado. A receita bruta registrou aumento de 8,8% nos três meses, com R$ 1,7 bilhão. O ticket médio da varejista aumentou 8,7%, ficando em R$ 59,7 no trimestre.
  • As 26 redes afiliadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) movimentaram R$ 14,32 bilhões no primeiro trimestre de 2020, número que representa crescimento de 15,59% em relação ao mesmo período de 2019. O resultado é o maior aumento dos últimos seis anos para o período, segundo dados compilados pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP).
  • O setor farmacêutico apresentou uma alta de 28,9% entre março e abril de 2020. No entanto, nas duas primeiras semanas de abril houve queda de 7,1%, segundo dados da IQVIA. De acordo com a Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), os produtos de maior demanda são aqueles que estão diretamente relacionados à sazonalidade proporcionada pela pandemia.

Financeiro

  • Em meio à pandemia do novo coronavírus, o lucro líquido recorrente do Bradesco encolheu 39,8% no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período de 2019: a cifra ficou em R$ 3,753 bilhões. A queda foi maior ainda em relação aos três meses anteriores, de 43,5%. Pesou nos resultados o reforço de R$ 2,7 bilhões em provisões para devedores duvidosos feitas no período por causa da Covid-19.
  • O Itaú Unibanco divulgou lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no primeiro trimestre. A cifra é 43,1% inferior ao resultado do mesmo período do ano passado, quando os ganhos somaram quase R$ 6,9 bilhões. A queda foi ainda maior se levados em conta os dados do quarto trimestre de 2019: 46,4%.
  • O lucro líquido ajustado da XP Investimentos ficou em R$ 415 milhões no primeiro trimestre de 2020, representando alta de 147% em relação ao mesmo período de um ano antes, e queda de 1% em relação ao quarto trimestre de 2019. O lucro líquido saltou 89% nos primeiros três meses do ano ante o mesmo período do ano passado, para R$ 398 milhões. Sobre o trimestre anterior, a alta foi de 2%. A receita líquida da XP cresceu 86% na comparação anual, fechando o primeiro trimestre em R$ 1,735 bilhão. Na comparação com o trimestre anterior, a alta foi de 3%.

Food Service

  • A Ambev teve lucro líquido de R$ 1,091 bilhão no primeiro trimestre de 2020. O valor ficou 59% inferior aos R$ 2,661 bilhões em igual período de 2019. A receita líquida da companhia foi de R$ 12,602 bilhões de janeiro a março de 2020, “estável” ante os R$ 12,640 bilhões de igual intervalo do ano passado. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 4,232 bilhões no trimestre inicial deste ano, um recuo de 17,3% comparado com os R$ 5,120 bilhões do mesmo período de 2019.

Indústria

  • A produção industrial brasileira caiu 9,1% em março, na comparação com fevereiro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o pior resultado para o mês de março desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2002. Também é a maior queda mensal desde maio de 2018, em meio à greve dos caminhoneiros, quando a produção industrial caiu 11%. Houve recuo na produção em todas as categorias do setor analisadas pelo IBGE. 

Shopping Centers

  • Os shoppings reabrem, as luzes se acendem, lojas levantam as portas. Porém, os consumidores simplesmente não têm aparecido, em boa parte dos centros comerciais que voltaram a funcionar depois que a pandemia de covid-19 se espalhou pelo País. Segundo relatos de lojistas de diferentes regiões do País ouvidos pelo Estadão/Broadcast, as vendas médias têm ficado até 80% inferiores às normais. E com alguns agravantes, como a insegurança jurídica e a alta de custos.

Tecnologia

  • De acordo com levantamento da Fortinet, empresa de segurança cibernética, ocorreu um aumento de 131% na incidência de vírus em março em comparação ao mesmo período de 2019. Os ataques foram realizados por consequência do uso de links maliciosos para roubo de dados. No mundo, houve uma média de 600 novas campanhas de links por dia.

Varejo Geral

  • As vendas totais do varejo brasileiro caíram 15,1% entre os dias 13 e 19 de abril, na comparação com o intervalo entre 6 e 12 de abril. Os dados são de análise semanal que a Nielsen Brasil desde o início das restrições devido à COVID-19. O levantamento engloba os segmentos de Autosserviço, Farmácia e Atacarejo.
  • A Via Varejo, grupo dono das Casas Bahia e do Pontofrio, comunicou que 224 de suas 1.073 lojas físicas foram reabertas desde o início de abril. De acordo com a empresa, o processo aconteceu somente nos municípios que autorizaram a retomada das atividades. O planejamento do grupo é que, até o dia 7 de maio, a Via Varejo tenha 233 unidades em funcionamento. A companhia diz que as lojas reabertas estão apresentando vendas similares aos níveis de faturamento anteriores à pandemia.
  • O Carrefour Brasil registrou no primeiro trimestre de 2020 queda de 17,7% no lucro líquido, para R$ 363 milhões, na comparação anual. O lucro líquido ajustado, excluindo outras receitas e despesas, somou R$ 401 milhões no trimestre, recuo de 1,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2019. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 1,115 bilhão, alta de 6,9% na comparação anual.
  • As vendas do comércio nacional para o Dia das Mães recuaram 41% em 2020, na comparação com 2019, segundo levantamento do Boa Vista enviados ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. No ano passado, o resultado havia sido positivo em 1,7%. É o pior resultado desde 2008. Nesse período, a maior queda havia sido de 4,6% em 2016.
  • Uma pesquisa da Deloitte mostra que empresas de varejo e de bens de consumo ampliaram a interação com os consumidores por meio de novos canais digitais de venda. Entre as empresas pesquisadas, a participação dos canais digitais de venda na composição geral saltou de 12% para 43% em menos de uma década. Segundo a pesquisa, as tecnologias mais adotadas para engajar os clientes são: plataforma de e-commerce (69%), plataforma de CRM (56%), soluções de gerenciamento de pedidos (43%), soluções de gerenciamento de estoque (43%) e aplicativos próprios (42%).
  • O mês de abril se consolidou como o primeiro mês completo com as lojas físicas fechadas em grande parte do país por conta das medidas de isolamento social. Com o e-commerce como única alternativa para o varejo, as lojas virtuais registraram um número de pedidos equivalente a 3,5 vezes o número alcançado na Black Friday 2019, principal data do comércio eletrônico. O levantamento foi realizado pela plataforma de e-commerce Nuvemshop.
  • O Grupo Pão de Açúcar (GPA) registrou prejuízo de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, revertendo assim o lucro de R$ 126 milhões apurado no mesmo período de 2019. Os números referem-se ao prejuízo atribuído a sócios da empresa controladora que consta nas informações trimestrais enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
  • A empresa de comércio eletrônico B2W anunciou na quarta-feira (13) que sua unidade Supermercado Now fez uma parceria com o grupo supermercadista BIG para integração de plataformas de venda. “Por meio da parceria, as 376 lojas do Grupo Big (bandeiras Big, Bom Preço, Nacional, Mercadorama, Todo Dia, Sam’s Clube Maxxi Atacado), em 186 cidades de 17 Estados e Distrito Federal, poderão ser conectadas para vender os produtos nas plataformas de venda do Supermercado Now e no Americanas Mercado”, explicou a B2W em comunicado.

Varejo de Brinquedos

  • A categoria Brinquedos e Jogos teve destaque nas vendas online e registrou um aumento de 434,7%, no período entre 1º de março e 25 de abril, segundo um levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

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Pedro de Vito

Especialista em Inteligência de Mercado na GoBacklog, uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções digitais que vem mudando a forma de se criar negócios digitais de sucesso. Estudante de Administração na UFJF, apaixonada por pessoas, inovação e tecnologia.