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Antes de começar, queria deixar claro a quem se destina este texto:

  • Profissional que está construindo uma equipe de desenvolvimento do zero
  • Empreendedor que possui uma ideia e está buscando um freelancer
  • Empresa que quer expandir e escalar sua equipe de desenvolvimento

Se você se identificou com as descrições, você precisa ler o que vou dizer por várias razões, entre elas:

  • Economizar dinheiro
  • Economizar tempo (que também é dinheiro)
  • Porque você quer resultados sendo entregues

Em mais de 10 anos trabalhando com desenvolvimento de projetos digitais e gestão de equipes de tecnologia, eu tive a oportunidade de ver de perto os prejuízos causados a profissionais, empreendedores e empresas por projetos que não foram concluídos.

Quando isso acontece, muitos buscam outras empresas para reparar o prejuízo. O problema é que algumas vezes é tarde demais para aproveitar qualquer parte do que já foi construído.

E as principais causas para isso acontecer são:

  1. Improdutividade
  2. Inexperiência
  3. Falta de entendimento do negócio do cliente

Acabei entendendo que existem muitos motivos que levam a esses 3 pontos, começando obviamente pela contratação.

Muitas empresas, ao contratar um profissional de desenvolvimento não fazem ideia por onde começar.

Se está começando do zero, esse é o pior cenário, a chance de contratar um CTO ou o primeiro programador errado é grande, pois além da falta de referências, falta prática na contratação e conhecimento de gestão de pessoas. Não se culpe, é difícil mesmo.

Quando o caso é o empreendedor que possui uma ideia genial, ele muitas vezes é iludido pela possibilidade do investimento mágico, que é pagar X valor por um produto e achar que ele vai ser entregue todo completo, do jeito que ele precisa. Isso simplesmente não acontece.

No caso da empresa que quer expandir seu time de desenvolvedores, por fim chega um momento que é difícil ter especialistas nas tecnologias que são necessárias para a evolução do negócio. Contratar um freelancer pode não ser uma opção pela dedicação parcial ao projeto ou pela barreira cultural de algumas empresas. Contratar full time pode ser um custo alto demais.

Por fim, as empresas se entopem de desenvolvedores júnior e que acabam não entregando resultado real no tempo necessário.

Como eu resolvi esse problema?

Para resolver esse problema, primeiro tive que entender a origem dele. Pensei que fosse escassez de mão de obra, não era, escassez de bons profissionais, também não. Por fim, cheguei ao menos óbvio: Modelo de projeto com escopo fechado.

A questão fica clara pelos motivos:

  • Negócios digitais nunca têm fim (estão em constante evolução)
  • Para ideias inovadoras, é impossível fechar um escopo. Afinal, como se constrói algo do zero que nunca foi construído se dando a previsão de quando ele vai acabar? Sem contar que quando se fecha escopo acaba se pagando mais caro, pela “margem de segurança” adicionada ao processo. E ainda assim muitas vezes não consegue-se entregar no prazo
  • Negócios digitais precisam ser validados e a flexibilidade é extremamente necessária
  • As empresas precisam de parceiros que estudem seus negócios continuamente, garantindo que ele continue atualizado e funcional (não se terceiriza apenas o código, mas também a inovação tecnológica)

Conceitualmente faz todo sentido. Mas e na prática, como conseguir resultados vendendo projetos digitais sem escopo fechado? Aí que entra a validação.

Como essa ideia está validada hoje?

Estamos há 2 anos nesse modelo de negócio, mais especificamente vendendo pomodoros por tempo trabalhado. Ou seja, sua empresa contrata a minha pela quantidade de pomodoros que ela quer que trabalhemos por mês.

No pomodoro o foco é o trabalho feito em 25 minutos realmente trabalhados, longe de distrações como redes sociais, conversas, banheiro, etc.

Em contratações por hora, estima-se que o desenvolvedor vai estar trabalhando no seu projeto, mas isso não necessariamente acontece. Por esse motivo muitos projetos de escopo fechado falham.

Quando não falham, paga-se mais caro por eles, pois existe uma margem acrescentada de horas para compensar a ineficiência.

Por acreditar tanto na produtividade também decidi investir em acompanhamento. Todos nossos pomodoros são acompanhados e transparentes para os clientes. Dessa forma, não apenas ele decide como serão gastos os pomodoros, mas sabe o momento exato em que eles estão sendo executados, tudo em tempo real e acompanhado através de uma dashboard.

Os nossos números não mentem:

  • Churn de 0%
  • 3 clientes que saíram do ZERO e que já valem milhões

Quer alocar seus recursos em desenvolvimento de forma segura e com foco em resultados?

A GoBacklog é a solução ideal para os 3 cenários que citei no começo do texto. Com projetos em todo o Brasil e no exterior, entregamos valor por justamente entendermos o negócio do nosso cliente/parceiro e pensar juntamente com ele sobre qual a melhor tecnologia e estratégia para alcançar os resultados esperados.

Sabemos que desenvolvimento não é uma solução mágica, por isso estudamos cada situação com a dedicação necessária. Do conceito ao sucesso, essa é a nossa proposta.

Bora bater um papo?

Daniel Antunes

Fundador e CEO da GoBacklog, uma empresa especializada no desenvolvimento de projetos digitais que vem mudando a forma de se criar negócios digitais de sucesso. Empreendedor, Investidor e Graduado em Sistemas de Informação, Pós-graduado em Engenharia de Software e também em Gestão Estratégica de Negócios e Projetos, com mais de 10 anos de experiência no mercado de internet.
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