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O uso do smartphone se tornou parte de nossas vidas diariamente. Trata-se de uma realidade a nível global, incluindo o Brasil. Segundo uma pesquisa recente da Deloitte, por exemplo, o brasileiro acessa ao celular por pelo menos 78 vezes ao dia. Isso corresponde a aproximadamente 3,25 vezes a cada hora. Essa mesma pesquisa diz que 92% dos brasileiros possuem ou utilizaram recentemente um smartphone.

Esses dados configuram um cenário cada vez mais propício para esse tipo de investimento. Investir em uma presença por meio de uma aplicação mobile se tornou uma necessidade. Cada vez mais, empresas e marcas vêm aderindo à essa modalidade de relacionamento com seus clientes.

Porém, é preciso se atentar a uma questão: ter uma presença mobile não é suficiente, se o aplicativo não proporcionar uma boa experiência ao consumidor.
A falta de uma boa usabilidade, ou má organização dos elementos dentro de um aplicativo são alguns dos fatores que levam usuários a abandonarem o seu uso.

Além disso, a baixa velocidade no carregamento das respostas também é um fator negativo. Segundo a SOASTA, o atraso de 1 segundo no carregamento de uma página mobile pode reduzir as conversões em até 20%, um percentual considerável para o atraso de apenas 1 segundo.

Outro fator negativo no campo da experiência do usuário com aplicações móveis é o fato de que os aplicativos ocupam muita memória. A memória bem limitada que a maioria dos smartphones têm acaba sendo um empecilho quando, para se fidelizar a uma marca, os usuários precisam fazer o download de novos aplicativos.

No entanto, para este desafio, o mercado tecnológico já nos apresenta uma solução: a tecnologia Progressive Web App ou PWA, que faz com que soluções digitais apresentem características de aplicações nativas, consumindo menos dados e sem a necessidade de ser feita a instalação.

Diversas empresas já utilizam a tecnologia, como Pinterest, Uber, Twitter e muito mais. O tempo médio de carregamento de um aplicativo em PWA pode chegar a apenas 1 segundo, e ele têm a performance muitas vezes mais rápida que um aplicativo nativo, além, é claro, de consumir menos memória e dados. É uma metodologia a ser considerada, sem dúvida.

É preciso se atentar ao fato de que uma presença mobile não é o bastante. O foco precisa ser a boa experiência do usuário. E você? Já pensou em como investir na experiência de seu usuário através de uma aplicação mobile?

Gabriel Alves

Especialista em Marketing na GoBacklog, empresa de tecnologia e inovação. Jornalista por formação, fascinado pela escrita e marketing.
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